APAE: Seis anos de dedicação aos excepcionais

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“A Apae sobrevive da renda dos governos Federal, estadual e municipal. Por conta da burocracia, estes recursos já vêm destinados a um investimento específico. Por isso necessitamos de dinheiro para a realização de alguns itens, como aquisição de alguns materiais de escritório ou na área fisioterápica ou ainda ao pagamento de pessoal. Já estamos contanto com a verba do Show de Prêmios para este fim”, disse a presidente Gilca Moraes.

A sede da instituição funciona atualmente na rua Padre Chiquinho n 1297, Bairro Pedrinhas. Maiores informações podem ser adquiridas pelo telefone: 3229-0415.

25 professores cedidos pelo Estado atendem no decorrer dos dois turnos de funcionamento, 94 excepcionais. “O número é pouco, pois temos uma fila de espera de 300 pessoas para serem matriculadas, mas por falta de pessoal e espaço, ainda não conseguimos colocar todos que nos procuram”, afirmou a presidente.

No início a Apae funcionava, em 2003, em um espaço cedido na Paróquia São João Bosco, por Dom Moacir e apoio do padre Thiago. “Ficamos por três anos a custo zero, onde pagava-se apenas a energia, mas por conta da necessidade de um amior espaço partimos para onde funciona atualmente a Apae, um local alugado”, disseram.

Carentes

As representantes da instituição disseram que maior parte dos matriculados é carente, por isso não podem suprir a necessidade financeira da instituição. “Mesmo com as ajudas financeiras das esferas federal, estadual e municipal, não temos muitas condições de suprir as necessidades do dia-a-dia”, disseram as representantes da associação.

“Nossa instituição é uma das únicas que abraça toda e qualquer necessidade como Dow, deficiência múltipla, onde atendemos crianças de 4 a 58 anos. São consideradas crianças porque só tem tamanho de adultos”, ressaltaram.<br> Atividades

A Apae realiza uma série de atividades especificas com o excepcional para que ele consiga se inserir dentro da sociedade. São feitos trabalhos artesanais, de pintura em tela, em tecido, tapeçaria, pinturas em vidro.

“Temos também as Sats, que são atividades de vida diária, um trabalho diferenciado onde os excepcionais elas aprendem a arrumar uma cama, arrumar mesa, se comportar no cinema, ajudar a família. Temos sala de alfabetização, sala de artes, tem a parte de educação física, onde os professores trabalham com ele e na área de esportes”, lembrou Gilca Moraes.

Voluntariado

A Apae também trabalha com voluntários. Quem quiser se dispor pode entrar em contato com a instituição, pois o trabalho será bem vindo. Maiores informações podem ser adquiridas na própria sede da instituição.

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